Pereira Barreto ganhará parque de energia solar

O grupo português, EDP Energias de Portugal, atuará no mercado brasileiro a partir do ano de 2.022, isso após ter firmado um contrato privado com duração de 15 anos com a subsidiária EDP Renováveis Brasil, com sede em São Paulo.

Através de estudos técnicos realizados em locais para possíveis instalação de um parque solar, a empresa brasileira apontou o município de Pereira Barreto como um dos principais do Brasil para instalação de seus equipamentos.

Na última semana, representantes da EDP Renováveis Brasil, estiveram no município e foram recepcionados pelo prefeito Joãozinho que se prontificou dentro de suas possibilidades, no auxílio a empresa no que for necessário.  “Antes de ser prefeito, sou pereirabarretense e sei da importância de um canteiro de obras como este para o nosso município, primeiro pela geração de empregos, por isso fico muito feliz com a visita e escolha de Pereira Barreto pela empresa EDP” disse o prefeito.

Em matéria publicada em Madri na capital da Espanha no último dia 20 de setembro, a empresa portuguesa afirmou que através de sua subsidiária EDP Renováveis Brasil, S.A., assegurou o contrato para venda de energia fotovoltaica que será gerada no município de Pereira Barreto SP, o projeto tem uma capacidade de 199megawhats de produção e entrará em vigor já no início de 2022.

“Este contrato é mais uma prova da importância do Brasil para a estratégia da EDP Renováveis e do grupo no panorama mundial. Esta entrada no mercado brasileiro de energia solar é também uma aposta na diversificação de tecnologias de produção de energia, tendo sempre em conta o papel cada vez mais importante das energias limpas. O Brasil é um mercado prioritário, que nos está a dar boas oportunidades de crescimento”, afirma António Mexia, CEO do grupo EDP.

Ranking Mundial Dos Maiores Fornecedores de Inversores Em 2018

Huawei, Sungrow e SMA foram, nessa ordem, os três maiores fornecedores de inversores em termos de remessas no ano passado, de acordo com um relatório da Wood Mackenzie Power & Renewables.

O trio dominante manteve as mesmas posições desde 2016, com a Huawei garantindo o topo do ranking pelo quarto ano consecutivo. Os analistas da WoodMac disseram que os cinco principais fabricantes de inversores – complementados pela Power Electronics e pela ABB – viram sua participação de mercado cair no ano passado pela primeira vez em seis anos, com os participantes mais dominantes caindo de 62%, em 2017, para 56%. Seus rivais parecem estar ganhando terreno, com a participação de mercado das empresas que ficaram de sexto a décimo na lista melhorando de 15% para 19% no mesmo período.

Embora os volumes globais de vendas de inversores tenham crescido 8% – ano a ano – em 2018, a Huawei viu sua participação de mercado cair 4%, devido à decisão da China de conter os subsídios solares públicos. A importância dessa reviravolta foi refletida por um efeito semelhante de amortecimento nos embarques dos concorrentes domésticos da Huawei, de acordo com o relatório.

Quem vai cair no esquecimento?

“Como os clientes continuam a comprar inversores principalmente com base no preço, e os fornecedores de baixo custo continuam dominando, resta saber quais empresas sairão do mercado de inversores e quais impulsionarão seu crescimento”, escreveram os autores do relatório da WoodMac. “Algumas empresas estão agora procurando diferenciar-se em ofertas residenciais e comerciais, e algumas podem optar por deixar totalmente a produção fotovoltaica em larga escala, como a Schneider Electric fez há vários meses.”

O relatório revelou que a SolarEdge de Israel e a Ingeteam da Espanha entraram no top 10 pela primeira vez, em oitavo e nono lugares, com a Power Electronics e a ABB se tornando a quarta e quinta maiores fabricantes, respectivamente. O sexto e sétimo lugares foram ocupados por Sineng e Goodwe, e outra empresa chinesa, a TBEA Sunoasis, ficou em décimo.

A região da Ásia-Pacífico, mais uma vez, foi responsável pela maior fatia do mercado no ano passado, com cerca de 64% dos embarques totais. “EUA e Canadá tiveram um crescimento de 21% nos embarques de inversores fotovoltaicos, houve aproximadamente 40% de crescimento tanto na América Latina quanto no Oriente Médio e Turquia (MEA), e 50% de crescimento na Europa ”, observou o relatório.

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Este artigo foi traduzido do original em inglês da PV Magazine.

REGIÃO SUDESTE DETÉM MAIS DE 45% DOS GERADORES SOLARES INSTALADOS NO BRASIL

Região sudeste detém mais de 45% dos geradores solares instalados no Brasil

Energia solar fotovoltaica

Liderados por Minas Gerais, o estado mais “solar” do Brasil, região reúne quase a metade de todos os sistemas instalados no país.

Por: Ruy Fontes – Redator

Juntos, os quatro estados que compõem a região Sudeste do Brasil; São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, agrupam 45,9% de todos os sistemas fotovoltaicos do país.

Os dados são da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que regula o segmento de geração distribuída, no qual consumidores produzem sua energia através de geradores próprios e realizam a troca dela com a energia da rede elétrica.

Atualmente, mais de 90 mil brasileiros já adotaram esse modelo em suas casas e empresas, atraídos pela economia na conta de luz e demais vantagens da autogeração.

Os sistemas de geração solar fotovoltaica dominam o segmento desde a sua criação, em 2012 e, hoje, concentram-se em maior número nos estados da região Sudeste.

Minas Gerais vem em primeiro, liderando todo o território Nacional como maior representante da tecnologia, com 18.477 sistemas e mais de 19% de toda a potência nacional instalada.

Em segundo lugar vem São Paulo com seus 15.698 sistemas conectados, respondendo por 12,57% da potência fotovoltaica distribuída no país.

Em menores proporções estão os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com 5.267 e 2.064 sistemas, respectivamente. Juntos, os quatro estados respondem por 38,16% da geração solar distribuída nacional.

Entre as razões para essa liderança, destacam-se os incentivos oferecidos para a geração distribuída nesses estados, especialmente em Minas Gerais, primeiro a isentar a cobrança do ICMS sobre aenergia solar produzida.

Juntamente a outros fatores que levam mais brasileiros a investirem nas placas solares, como as linhas de financiamento de energia solar e a queda dos preços da tecnologia, essas legislações favoráveis facilitam a decisão de consumidores cansados das altas contas de luz.

E o crescimento neste ano continua forte na região, que respondeu por 14.431 das 31.993 conexões do primeiro semestre de 2019, ano em que o mercado nacional deverá movimentar cerca R$ 5,2 bilhões, segundo estimativa da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

Energia solar irá levar água potável a comunidade indígena no Amazonas

Com uma geração de energia 100% limpa e gratuita, as placas solares são muito utilizadas em projetos de atendimento a comunidades indígenas na Amazônia.

Na cidade amazonense de Maués, por exemplo, cinco comunidades indígenas serão beneficiadas com um sistema de abastecimento de água potável movido a energia solar.

O projeto faz parte do programa de Saneamento integrado de Maués (Prosaimaués), coordenado pelo Governo do Amazonas, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE).

Serão cinco poços tubulares que atenderão com água potável ao banheiro e as torneiras a serem construídos entre os povoados, além de um sistema de saneamento.

Placas solares fotovoltaicas, as mesmas utilizadas em kits de energia solar residencial, serão as responsáveis por gerar a energia necessária para o sistema de bombeamento da água.

Através da conversão direta da luz do sol em eletricidade, essas placas funcionarão em conjunto com banco de baterias para a utilização da energia também em períodos noturnos.

Impactados pelos períodos de seca, quando os níveis do rio Maués Açu diminuem e interferem no abastecimento e qualidade da água, esses povoados agora poderão ser beneficiados por esse projeto não só social, mas também sustentável.

As comunidades indígenas atendidas, todas da etnia Sateré Mawé, serão a Monte Salém, Novo Belo Horizonte, Terra Nova, Boas Novas e Sagrada Família.

O projeto em Maués, entretanto, não é o primeiro realizado pelo Prosaimaués, que já entregou outros oito poços na região desde 2017, atendendo as comunidades de Santo Anjo, Livramento I, Livramento II, Nova Liberdade, Santa Izabel, Marau Novo, São Benedito e São Pedro.

Segundo o coordenador do UGPE, o projeto irá levar mais qualidade de vida a essas populações indígenas, que poderão contar com água potável e sistema de saneamento, evitando várias doenças decorrentes da falta disso.

Por Ruy Fontes

O que você precisa saber sobre a Resolução Normativa nº 482/2012

A Resolução Normativa nº482/2012, atualizada em 2017 e publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, é um documento regulamentador do sistema de compensação de energia com caráter orientador. Dentre as considerações abordadas pela resolução, entenda melhor sobre os principais pontos do documento.

O Sistema de Compensação de Energia Elétrica consiste na instalação de um gerador na unidade consumidora a fim de que a energia gerada seja usada para abater o consumo de energia elétrica da própria unidade. Caso haja um saldo positivo de energia, este será válido por 60 meses ou há, ainda, a possibilidade desses créditos serem usados em outras unidades consumidoras com a condição de estarem dentro da mesma área de concessão.

É permitida, então, a instalação de geração distribuidora em local diferente do ponto de consumo, sendo possível a compensação da energia excedente. Confira as três modalidades de conexão para essa geração: Geração Compartilhada, Autoconsumo Remoto e Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras (condomínios, por exemplo). Saiba que a distribuidora não pode negar o atendimento à unidade consumidora que tenha atendido a todas as condições estabelecidas para o acesso de acordo com a norma.

Com o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, a redução da sua conta de energia irá diminuir bastante, podendo ter um desconto de até 95% no custo final, porém, não é possível zerar a conta por causa do Custo de Disponibilidade. Esse custo diz respeito à taxa mínima, valor que as concessionárias cobram para disponibilizar a energia elétrica no ponto de consumo. É a resolução ANEEL nº414 que regulamenta o Custo de Disponibilidade.

O gerador na unidade consumidora pode ser um painel solar fotovoltaico. Clique aqui e faça um estudo de viabilidade agora mesmo. No site da Sonne Solução em Energia você confere todas as vantagens de gerar e consumir energia solar.

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BNDES muda regra e pessoas físicas podem investir em energia solar

Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis ao custo final de 4,03% ao ano para pessoas físicas e jurídicas com renda até R$ 90 milhões
Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia

BNDES – imagem ilustrativa
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças no Programa Fundo Clima. A partir de agora, no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, pessoas físicas terão acesso a financiamentos para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários). Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

Economia – A implantação de sistemas de geração de energia solar permitirá aos consumidores reduzirem gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Além disso, a geração distribuída traz um benefício para o sistema elétrico, já que conta com vários pontos de geração espalhados por residências e comércio, reduzindo o risco de interrupção do fornecimento de energia

Condições – Os limites do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário. Tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o custo financeiro do Fundo Clima é reduzido: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano.

A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% ao ano. O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.

Fundo – O Fundo Clima é destinado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras. O objetivo é financiar produções e aquisições com altos índices de eficiência energética ou que contribuam para redução de emissão de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis – Podem ser financiados os seguintes itens, desde que novos e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de eficiência energética, serão aceitos apenas os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Aprovado aumento de 20% nas contas de energia da CPFL

Economizar na utilização de aparelhos elétricos não representará mais valores baixos em sua conta de energia. Pelo menos não para os consumidores atendidos pela CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) Paulista.

No dia 3 de abril de 2018, terça-feira, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou um aumento médio de 20% nas tarifas de energia. Os novos valores foram reajustados desde o dia 8 de Abril de 2018.

Segundo nota da Aneel, os consumidores residenciais (classe B1) atendidos pela concessionária tiveram reajuste de 19,84% nas tarifas desde de 8/4/18.

Foto por: Diário da Região

Abaixo, conferimos os percentuais definidos para cada grupo de consumo:

Efeito médio por Grupo de Consumo* Variação (%)
Alta Tensão em média (indústrias) 11,11%
Baixa Tensão em média 20,17%
Média (Baixa Tensão e Alta Tensão) 16,90%

Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).
A revisão tarifária periódica reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica, em intervalo médio de quatro anos.

Assim, a CPFL Paulista atende 234 municípios do interior de São Paulo, o que totaliza mais de 4 milhões de consumidores tendo reajuste em suas contas de energia.

Neste caso, como a Sonne Solução em Energia pode ajudar?

  • Economia já no 1º mês de instalação
  • Vita Útil mínima de 25 anos
  • Valorização imobiliária média de 8%
  • Baixa manutenção, basicamente limpeza dos módulos
  • Fonte de Energia Limpa e Inesgotável
  • Irradiação solar do Brasil é um dos maiores do mundo
  • Valorização da marca associada à certificação LEED (em inglês: Leadership for Energy and Environmental Design. Tradução: Liderança em Energia e Design Ambiental).
  • Linhas de créditos facilitadas.

Ou seja, use o sol para gerar sua energia renovável e ainda gere créditos para a sua conta de luz. Dessa forma, além de termos nosso conforto na utilização de aparelhos eletrônicos como chuveiro e ar condicionado, estaremos contribuindo com o meio ambiente na utilização de sua própria fonte de energia, o sol, e ainda economizaremos em nossas contas de energia elétrica.

Ficou interessado? Entre em contato para que possamos tirar suas dúvidas.

 

Texto extraído e adaptado de:

http://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/aprovada-revisao-tarifaria-da-cpfl-paulista/656877 (Acessado em: 12 de Abril de 2018).

https://g1.globo.com/economia/noticia/contas-de-luz-de-clientes-da-cpfl-paulista-terao-alta-media-de-169.ghtml (Acessado em: 12 de Abril de 2018).