O que você precisa saber sobre a Resolução Normativa nº 482/2012

A Resolução Normativa nº482/2012, atualizada em 2017 e publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, é um documento regulamentador do sistema de compensação de energia com caráter orientador. Dentre as considerações abordadas pela resolução, entenda melhor sobre os principais pontos do documento.

O Sistema de Compensação de Energia Elétrica consiste na instalação de um gerador na unidade consumidora a fim de que a energia gerada seja usada para abater o consumo de energia elétrica da própria unidade. Caso haja um saldo positivo de energia, este será válido por 60 meses ou há, ainda, a possibilidade desses créditos serem usados em outras unidades consumidoras com a condição de estarem dentro da mesma área de concessão.

É permitida, então, a instalação de geração distribuidora em local diferente do ponto de consumo, sendo possível a compensação da energia excedente. Confira as três modalidades de conexão para essa geração: Geração Compartilhada, Autoconsumo Remoto e Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras (condomínios, por exemplo). Saiba que a distribuidora não pode negar o atendimento à unidade consumidora que tenha atendido a todas as condições estabelecidas para o acesso de acordo com a norma.

Com o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, a redução da sua conta de energia irá diminuir bastante, podendo ter um desconto de até 95% no custo final, porém, não é possível zerar a conta por causa do Custo de Disponibilidade. Esse custo diz respeito à taxa mínima, valor que as concessionárias cobram para disponibilizar a energia elétrica no ponto de consumo. É a resolução ANEEL nº414 que regulamenta o Custo de Disponibilidade.

O gerador na unidade consumidora pode ser um painel solar fotovoltaico. Clique aqui e faça um estudo de viabilidade agora mesmo. No site da Sonne Solução em Energia você confere todas as vantagens de gerar e consumir energia solar.

Tire todas as suas dúvidas aqui.

BNDES muda regra e pessoas físicas podem investir em energia solar

Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis ao custo final de 4,03% ao ano para pessoas físicas e jurídicas com renda até R$ 90 milhões
Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia

BNDES – imagem ilustrativa
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças no Programa Fundo Clima. A partir de agora, no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, pessoas físicas terão acesso a financiamentos para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários). Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

Economia – A implantação de sistemas de geração de energia solar permitirá aos consumidores reduzirem gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Além disso, a geração distribuída traz um benefício para o sistema elétrico, já que conta com vários pontos de geração espalhados por residências e comércio, reduzindo o risco de interrupção do fornecimento de energia

Condições – Os limites do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário. Tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o custo financeiro do Fundo Clima é reduzido: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano.

A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% ao ano. O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.

Fundo – O Fundo Clima é destinado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras. O objetivo é financiar produções e aquisições com altos índices de eficiência energética ou que contribuam para redução de emissão de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis – Podem ser financiados os seguintes itens, desde que novos e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de eficiência energética, serão aceitos apenas os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Aprovado aumento de 20% nas contas de energia da CPFL

Economizar na utilização de aparelhos elétricos não representará mais valores baixos em sua conta de energia. Pelo menos não para os consumidores atendidos pela CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) Paulista.

No dia 3 de abril de 2018, terça-feira, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou um aumento médio de 20% nas tarifas de energia. Os novos valores foram reajustados desde o dia 8 de Abril de 2018.

Segundo nota da Aneel, os consumidores residenciais (classe B1) atendidos pela concessionária tiveram reajuste de 19,84% nas tarifas desde de 8/4/18.

Foto por: Diário da Região

Abaixo, conferimos os percentuais definidos para cada grupo de consumo:

Efeito médio por Grupo de Consumo* Variação (%)
Alta Tensão em média (indústrias) 11,11%
Baixa Tensão em média 20,17%
Média (Baixa Tensão e Alta Tensão) 16,90%

Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).
A revisão tarifária periódica reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica, em intervalo médio de quatro anos.

Assim, a CPFL Paulista atende 234 municípios do interior de São Paulo, o que totaliza mais de 4 milhões de consumidores tendo reajuste em suas contas de energia.

Neste caso, como a Sonne Solução em Energia pode ajudar?

  • Economia já no 1º mês de instalação
  • Vita Útil mínima de 25 anos
  • Valorização imobiliária média de 8%
  • Baixa manutenção, basicamente limpeza dos módulos
  • Fonte de Energia Limpa e Inesgotável
  • Irradiação solar do Brasil é um dos maiores do mundo
  • Valorização da marca associada à certificação LEED (em inglês: Leadership for Energy and Environmental Design. Tradução: Liderança em Energia e Design Ambiental).
  • Linhas de créditos facilitadas.

Ou seja, use o sol para gerar sua energia renovável e ainda gere créditos para a sua conta de luz. Dessa forma, além de termos nosso conforto na utilização de aparelhos eletrônicos como chuveiro e ar condicionado, estaremos contribuindo com o meio ambiente na utilização de sua própria fonte de energia, o sol, e ainda economizaremos em nossas contas de energia elétrica.

Ficou interessado? Entre em contato para que possamos tirar suas dúvidas.

 

Texto extraído e adaptado de:

http://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/aprovada-revisao-tarifaria-da-cpfl-paulista/656877 (Acessado em: 12 de Abril de 2018).

https://g1.globo.com/economia/noticia/contas-de-luz-de-clientes-da-cpfl-paulista-terao-alta-media-de-169.ghtml (Acessado em: 12 de Abril de 2018).

 

 

 

 

BNDES anuncia novas condições de financiamento e define áreas prioritárias para o desenvolvimento

Alterações nas Políticas Operacionais do Banco dão prosseguimento a medidas anunciadas em janeiro deste ano, quando entrou em vigor a TLP

Spreads serão menores em inovação, segurança pública, saneamento, energias alternativas, meio ambiente, qualificação profissional e tratamento de resíduos

Prazos (carência e amortização) serão alongados, o que beneficiará, sobretudo, infraestrutura. Participação do Banco chega a até 100% em projetos de MPMEs

Letreiro do BNDES em letras de forma

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promoveu ajustes nas Políticas Operacionais que norteiam os seus financiamentos, dando sequência a mudanças anunciadas em janeiro deste ano, quando entrou em vigor a Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu a TJLP como taxa básica das operações do Banco. As medidas foram anunciadas pelo presidente do Banco, Paulo Rabello de Castro, em entrevista coletiva nesta terça-feira, 6, em São Paulo.

As principais mudanças são: alongamento dos prazos máximos de financiamento, cálculo dos limites de participação atrelados ao investimento total e redução do spread básico. A diminuição dos spreads (que é a taxa por meio da qual o BNDES se remunera) terá foco nos setores prioritários, definidos a partir do processo de Reflexão Estratégica que está em curso no Banco.

Assim, as taxas cobradas pelo BNDES cairão de 1,7% ao ano para 0,9% a.a em projetos nas áreas de segurança pública, inovação, meio ambiente, energia solar, saneamento, tratamento de resíduos sólidos e qualificação profissional. Nos demais casos, os spreads podem chegar a até 2,1% a.a, com faixas intermediárias de 1,3% a.a. e 1,7% a.a.

Outra mudança relevante é o alongamento dos limites para estabelecimento de prazos, tanto de carência quanto de amortização, que irá beneficiar, sobretudo, os financiamentos a projetos de infraestrutura. Investimentos em ferrovias, rodovias, hidrovias e mobilidade urbana poderão ter prazos de até 34 anos.

Há outras três faixas de prazo: podem chegar a até 24 anos, projetos de energias alternativas, portos, aeroportos, exportação e desenvolvimento regional. Financiamentos a educação, saúde, segurança e telecomunicações, entre outros, têm prazo de até 20 anos. Para capital de giro, o prazo máximo foi mantido em 5 anos.

A partir de agora, o BNDES também passará a calcular o percentual máximo de participação dos seus financiamentos com base no investimento total do projeto, e não apenas em cima dos itens financiáveis. A mudança está em linha com prática usual de mercado.

No caso de micro, pequenas e médias empresas, a participação máxima do BNDES pode chegar a até 100% em todas as linhas de financiamentos. Para grandes empresas, a participação máxima do BNDES é de 80% no caso de projetos considerados incentivados (aqueles dos setores prioritários) e de 60% nos demais casos.

Fonte: https://www.bndes.gov.br/

Por que investir em energia solar?

O mercado de produção de energia através de placas solares fotovoltaicas vem crescendo ao longo dos últimos anos. Devido a essa expansão, empresários do ramo buscam por profissionais especializados, o que gera um aumento nas oportunidades de emprego na área.

Além disso, os setores de industria, agronegócio, comercio e residencial também se beneficiam das vantagens do uso da energia solar. Mas, por que investir na energia solar?

A quantidade de adeptos ao uso da energia solar fotovoltaica tem crescido de forma significativa, principalmente nos últimos dois anos, segundo estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Isso é devido à redução de cerca de 50% no preço dos geradores solares fotovoltaicos e dos aumentos das tarifas de energia elétrica. Além disso, quem investe nesse negócio mostra uma preocupação com as questões ambientais.

Há inúmeras outras vantagens na utilização da energia solar. Dentre elas estão:

  • Economia já no 1º mês de instalação
  • Vita Útil mínima de 25 anos
  • Valorização imobiliária média de 8%
  • Baixa manutenção, basicamente limpeza dos módulos
  • Fonte de Energia Limpa e Inesgotável
  • Irradiação solar do Brasil é um dos maiores do mundo
  • Valorização da marca associada a certificação LEED
  • Linhas de créditos facilitadas.